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Pós-Graduação 2016
02/03/2016
 
 






 
15/03/2016
Política Cultural
Novo projeto explora arte e música como veículos do conhecimento em escolas
 
 
 

  Arte e música terão um lugar de destaque nas escolas de Mato Grosso depois da formação de 30 professores em um curso fruto de uma parceria entre da Secretaria de Cultura do Estado com a British Council e apoio da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc). Além dos educadores que vão se apropriar da metodologia para aplicação em sala de aula, 40 alunos também receberam o treinamento e vão contribuir como multiplicadores das atividades.

Na última sexta-feira (11), alunos e professores protagonistas da ação realizaram uma demonstração do que aprenderam para um público composto por pais e comunidade escolar. A troca de experiência envolveu uma diversidade de canções de países como África, Inglaterra, Chile, Senegal, País de Gales, Brasil e Jordânia. Mesmo sem dominar os idiomas, a música contagiou os participantes, que cantaram com desenvoltura.

“Trabalhamos duro a semana toda, tanto os professores como os alunos, praticando e aprendendo línguas, técnicas diferentes. Vamos apresentar um pouco do que vivenciamos aqui só para vocês sentirem um pouquinho, para que possam saborear também”, declarou Jane Mheeller, representante do Conselho Britânico, com um inglês emocionado.

Ela não escondeu o encantamento. “Espero que os professores e as crianças tenham se divertido tanto quanto eu, explorando essas canções maravilhosas. Parece que não precisava eu vir aqui ensinar vocês cantarem. Vocês dominam o ritmo e ainda tem um time espetacular de professores e músicos que tocam qualquer coisa”, elogiou.

Emilly Gabrielly Moraes Carvalho, 10 anos, estava apreensiva. “Aprendi muito com o projeto e percebi que meus colegas também aproveitaram bastante. Como já participo de aulas de música na escola melhorarei meu desempenho a partir de agora. E ainda quero tocar violino. Não foi difícil, foi uma troca de experiências maravilhosa, tivemos contato com várias línguas sem precisar sair do nosso espaço”, revelou a estudante do 5º ano.

Os pais também reconheceram a importância do projeto. “É a primeira vez que meu filho participa de um trabalho dessa natureza. Iniciativas como esta deveriam ser propostas em todas as escolas, eu nunca teria oportunidade de oferecer um curso desses para meu filho”, frisou Weniskley Carvalho dos Santos, pai de Gabriel Duran Santos, 9 anos.

Segundo ele, projetos que envolvam os alunos são bem vindos sempre, porque ocupam a mente e o tempo das crianças e jovens, evitando que sigam por outros caminhos fáceis, no entanto, inadequados que o mundo oferece.

Marilza Moreira da Silva Fogaça também prestigiou a apresentação da filha Marjory Camily, de 11 anos. “Ela sempre integra as atividades desenvolvidas na escola, mas é inédito desta vez pela diversidade de idiomas. Se não fosse a oportunidade oferecida pela escola ficaria difícil para colocá-la em cursos fora. Os projetos na unidade escolar ampliam o conhecimento da criança, enriquecendo o seu universo”, disse Marilza.

Presente no evento, o secretário adjunto de Política Educacional da Seduc, Gilberto Fraga de Melo, falou da importância da ação. “Precisamos fazer o compromisso de que o aprendizado seja compartilhado. O professor tem a facilidade de ensinar, mas primeiro ele tem que aprender e foi para isso que esses profissionais se dispuseram durante esta semana. E eles gostaram de aprender e agora vão difundir esse conhecimento. Só temos que agradecer os idealizadores que proporcionaram essa etapa, na certeza de que vai continuar”, declarou o secretário.

Os 70 participantes desta etapa receberam certificados em reconhecimento ao esforço. Mas contabilizarão mais pontos no decorrer do ano, por conta das novas etapas.

Paulo Bezulle é músico e master training do World Voice Brasil, de São Paulo, onde o projeto aconteceu pela primeira vez no ano passado, e fará o acompanhamento dos 30 educadores que participam do projeto em Cuiabá. Ele retornará para visitas nos meses de junho, setembro e novembro. “É um trabalho fantástico dos professores e estamos compartilhando isso com vocês. Mas é muito mais abrangente, eles vão poder difundir a aula de canto como processo da pedagogia”, frisou Paulo.

Além de usar expressões corporais e a inclusão de vários idiomas, o trabalho, segundo Jane, envolve o indivíduo.

Conselho

O British Council é uma organização internacional do Reino Unido, que tem a missão de criar oportunidade educacionais e relações culturais com outros países. Está presente em seis continentes e em mais de 100 países. No Brasil atua desde 1945 com programas e serviços no idioma inglês, educação, sociedade e artes.

Começou há três anos a desenvolver o World Voice e está presente em 12 países, orientando professores a usar o canto como uma opção de agregar valor e criatividade ao conteúdo programático tradicional.

Mais informações acesse: http://www.olhardireto.com.br/conceito/noticias/exibir.asp?noticia=projeto-explora-arte-e-musica-como-veiculos-do-saber-em-escolas&id=10413

(Fonte: Da Redação - Naiara Leonor / Foto: GCom / Olhar Direto/Conceito)

 
 
 
 
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