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22/02/2016
Saúde
Especialista dá dicas para adaptação ao fim do horário de verão
 
 
 

  Segundo o neurologista Ricardo de Campos, o ideal seria que as pessoas que costumam sofrer com as alterações no horário começassem a se preparar com uma semana de antecedência. Para amenizar os problemas de adaptação, o recomendado é evitar alimentos e bebidas estimulantes durante a noite, como refrigerantes com cafeína.

A jornalista Julia Graminho garante que sempre sofre com as mudanças no horário. Este ano ela se adiantou e mudou um pouco sua rotina para que a adaptação seja melhor. “Sempre com a mudança sinto muitas dores de cabeça e parece que não durmo direito há dias. Esse ano eu me programei e comecei a dormir meia hora antes do costume para não sentir tanto com a alteração”, disse.

Conforme o neurologista, pessoas com problemas cardíacos, endócrinos ou pressão alta podem sofrer mais com as alterações de horário. “Ou a pressão sobe, ou a arritmia pode ficar mais sintomática, ou até mesmo alterações do rendimento de trabalho por irritação, alterações do humor, tudo o que a gente conhece com o sono alterado para mais ou para menos”, diz.

Idosos podem enfrentar maiores obstáculos para a adaptação, levando até um mês para se adequar ao novo horário. “Boa parte dos idosos tem dificuldade para se beneficiar de um sono mais reparador e com qualquer alteração mínima ele pode ter problemas com a mudança por até um mês”, afirma Campos.

O principal objetivo do horário de verão é aproveitar melhor a luz solar durante o período do verão, além de estimular o uso consciente da energia elétrica. Entre os meses de outubro e fevereiro, os dias têm maior duração nas regiões subtropicais por causa da posição da Terra em relação ao Sol. Com o adiantamento de uma hora nos relógios, há uma redução no consumo de energia elétrica durante o período de maior demanda.

A atual edição do horário de verão começou no dia 18 de outubro de 2015. A expectativa do Governo é ter feito uma economia de R$ 7 bilhões, que representa o valor que teria de ser investido no sistema elétrico para atender a um consumo maior.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, nos últimos dez anos, a medida tem possibilitado redução média de 4,5% na demanda por energia no horário de maior consumo e uma economia absoluta de 0,5%, o que equivale, em todo o período do horário de verão, a aproximadamente o consumo mensal de energia da cidade de Brasília, com 2,8 milhões de habitantes.

Mais informações acesse: http://www.mtpolitica.com.br/saude/especialista-da-dicas-para-adaptacao-ao-fim-do-horario-de-verao,42792

(Fonte: Da redação / Por: Aline Brito  / Foto de Reprodução / Site: mtpolitica)

 
 
 
 
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